Amo muito - parte IV
Posted by Thica | Posted in petropolis, viagem, vida | Posted on 11:29 PM
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Podem dizer, essa novela tá demorando demais pra desenrolar!
Vou contar hoje mais um capítulo da saga que começou aqui e mais aqui e aqui também.
Eis que, ao chegar na rodoviária do Rio, ele já tinha planejado tudo. E quando eu digo tudo, quer dizer nos mínimos detalhes. Imaginei que fôssemos ficar em algum lugar ali perto mesmo, pois tínhamos trabalho no outro dia muito cedo e estávamos sem dormir direito a mais de 35 horas. Ele queria muito me agradar e nem cogitou a hipótese de ficarmos em algum muquifozinho barato e muito menos ficar rodando atrás de uma cama para dormir. Pegamos um ônibus para Petrópolis e daí não paramos mais de conversar. Eram todos os assuntos, desde trabalho até namoros e casos antigos. E me lembro bem que não senti uma pontinha de desconfiança sequer nas palavras dele quando falava de relacionamentos passados. Falava de uma forma tão aberta e sem ressentimentos, que até fiquei imaginando se podia mesmo existir um homem assim.
Chegamos ao nosso destino, um bairro muito charmosinho, de onde se tem uma vista maravilhosa para a imponente Serra dos Órgãos. Corrêas ia se apresentando a mim em sua pontezinha pintada de vermelho, sua praça cheia de árvores e pessoas alegres e suas ruas com casas novas e antigas muito bem cuidadas. O sítio de seu tio tinha uma casa enorme e muito bem decorada, mas eu só pensava em tomar um banho e dormir.
No banheiro, tento abrir o chuveiro quente, mas só sai agua fria, gelada. Sem chance! Já estava enrolada na toalha e chamei o Geovane para arrumar aquilo para mim. Mas o que é uma uma mulher tem na cabeça quando chama um homem para o banheiro enrolada numa toalha? Juro, só queria mesmo resolver o problema da água do meu banho. E assim foi. Tudo resolvido, sem ele fazer nenhuma gracinha. Os dois de banho tomado e simplesmente caindo de sono. Dividimos a mesma cama, simplesmente apagamos.
Como eu disse, ele já tinha tudo planejado. Um lugar bonito e uma casa onde eu só poderia ver aquele quarto, como se fosse o único. Dormimos feito anjinhos, cada um para um lado.
Eu já podia notar o dia amanhecendo, mas com uma vontade de continuar dormindo... devia ser umas 5 da manhã e sinto um dedinho nas minhas costas. E mais outro dedinho e mais outro, até que já estava a mão inteira a subir descer, me fazendo arrepios. Creio que aqui não precise contar o que fatalmente aconteceu.
Arrumamos nossas malas e descemos novamente para o Rio para encontrar com um amigo que nos levaria de carro até o local onde seria montado o circuito. Chiquinho, bom de papo! Ficamos eu e ele conversando enquanto Geovane media o percurso e fazia a planilha. Vez ou outra, saíam os dois correndo um para cada lado, para explorar a área e descobrir possíveis trilhas e eu ficava esperando, tomando conta do material de trabalho.
Chiquinho me contava muitas histórias e, numa delas, dizia que não entendia o motivo de o relacionamento de Geo com J. ter acabado. Os dois davam muito certo e ele é tão legal... enfim. Coisas que um amigo diz do outro. Nessa época eu estava numa fase solteira convicta e não queria me amarrar ninguém. Tinha muitos planos e um deles estava a alguns meses de se realizar, o que era um motivo também para a solteirisse.
Vou contar hoje mais um capítulo da saga que começou aqui e mais aqui e aqui também.
Eis que, ao chegar na rodoviária do Rio, ele já tinha planejado tudo. E quando eu digo tudo, quer dizer nos mínimos detalhes. Imaginei que fôssemos ficar em algum lugar ali perto mesmo, pois tínhamos trabalho no outro dia muito cedo e estávamos sem dormir direito a mais de 35 horas. Ele queria muito me agradar e nem cogitou a hipótese de ficarmos em algum muquifozinho barato e muito menos ficar rodando atrás de uma cama para dormir. Pegamos um ônibus para Petrópolis e daí não paramos mais de conversar. Eram todos os assuntos, desde trabalho até namoros e casos antigos. E me lembro bem que não senti uma pontinha de desconfiança sequer nas palavras dele quando falava de relacionamentos passados. Falava de uma forma tão aberta e sem ressentimentos, que até fiquei imaginando se podia mesmo existir um homem assim.
Chegamos ao nosso destino, um bairro muito charmosinho, de onde se tem uma vista maravilhosa para a imponente Serra dos Órgãos. Corrêas ia se apresentando a mim em sua pontezinha pintada de vermelho, sua praça cheia de árvores e pessoas alegres e suas ruas com casas novas e antigas muito bem cuidadas. O sítio de seu tio tinha uma casa enorme e muito bem decorada, mas eu só pensava em tomar um banho e dormir.
No banheiro, tento abrir o chuveiro quente, mas só sai agua fria, gelada. Sem chance! Já estava enrolada na toalha e chamei o Geovane para arrumar aquilo para mim. Mas o que é uma uma mulher tem na cabeça quando chama um homem para o banheiro enrolada numa toalha? Juro, só queria mesmo resolver o problema da água do meu banho. E assim foi. Tudo resolvido, sem ele fazer nenhuma gracinha. Os dois de banho tomado e simplesmente caindo de sono. Dividimos a mesma cama, simplesmente apagamos.
Como eu disse, ele já tinha tudo planejado. Um lugar bonito e uma casa onde eu só poderia ver aquele quarto, como se fosse o único. Dormimos feito anjinhos, cada um para um lado.
Eu já podia notar o dia amanhecendo, mas com uma vontade de continuar dormindo... devia ser umas 5 da manhã e sinto um dedinho nas minhas costas. E mais outro dedinho e mais outro, até que já estava a mão inteira a subir descer, me fazendo arrepios. Creio que aqui não precise contar o que fatalmente aconteceu.
Arrumamos nossas malas e descemos novamente para o Rio para encontrar com um amigo que nos levaria de carro até o local onde seria montado o circuito. Chiquinho, bom de papo! Ficamos eu e ele conversando enquanto Geovane media o percurso e fazia a planilha. Vez ou outra, saíam os dois correndo um para cada lado, para explorar a área e descobrir possíveis trilhas e eu ficava esperando, tomando conta do material de trabalho.
Chiquinho me contava muitas histórias e, numa delas, dizia que não entendia o motivo de o relacionamento de Geo com J. ter acabado. Os dois davam muito certo e ele é tão legal... enfim. Coisas que um amigo diz do outro. Nessa época eu estava numa fase solteira convicta e não queria me amarrar ninguém. Tinha muitos planos e um deles estava a alguns meses de se realizar, o que era um motivo também para a solteirisse.









